Danielle Dahoui

Danielle Dahoui é o nome por trás dos famosos Bistrôs Ruella, com três unidades em São Paulo, e apresentadora do programa Hell`s Kitchen: cozinha sob pressão, do canal SBT. A chef diz com orgulho: amo ser pernambucana, povo bem humorado e guerreiro como poucos, e conta aqui seus locais prediletos para comer e visitar em sua terra natal.

Pernambucana de origem franco-italiana, a profissional já viveu em vários lugares do Brasil sendo que no nordeste passou até seus 11 anos, quando se mudou com a mãe e o padrasto para Petrópolis. Aos 18 anos começou a trabalhar com costura e a fazer festas temáticas em Petrópolis, quando descobriu o dom de cozinhar, servir e decorar. Assim começava a jornada profissional de um dos principais nomes da gastronomia brasileira da atualidade.

Os restaurantes imperdíveis para saborear os melhores pratos da região :

Chiwake, apesar de ser um restaurante peruano, o chef Biba Fernandes tem uma visão muito particular e deliciosa da comida pernambucana com a peruana.

Chiwake – Rua da Hora 820, Espinheiro – Recife / Tel: (81) 3423-1529

No Altar Ancestral a cozinha ancestral da Dona Carmen Virginia faz comida dos orixás, comida com gosto de antigamente. Ela é a mestra da Bel Coelho, uma guerreira da gastronomia.

No Altar ancestral – Rua Frei Cassimiro, 449, Santo Amaro – Recife

  Chicama outro peruano delicioso também do chef Biba Fernandes. É uma delícia!

Chicama- Av. Engenheiro José Estelita, s/n, Cabanga – Recife

Reteteu à frente da cozinha Thiago das Chagas, cozinheiro engajado na defesa dos costumes e sabores locais Nordestinos, foi fundador do Slow Food Recife, e serve uma comida honesta, simples e confortável. Eu amo!

Reteteu – Rua Professor Otávio de Freitas, 256 – Recife

Bar da Geralda é um local muito simples e com uma comida incrível. Muito conhecido por sua galinha a cabidela, ou ao molho pardo como chamam em alguns lugares. Praça da Conceição, 486 – Morro da Conceição – Recife

Quina do Futuro – R. Xavier Marques, 134 – Aflitos – Recife  (Foto: Pamela Filomeno)

Quina do Futuro, para mim, é o melhor japonês do Brasil. Comandado pelo premiado André Saburó Matsumoto, lá é possível provar iguarias únicas. E, vale ressaltar, que ele que criou a onde do sushi veggie.

Bar do Tonhão é outro local muito simples, o lugar até assusta um pouquinho, mas a comida é dos deuses! Rua Amaro Coutinho , 339 – Encruzilhada – Recife 

Bar Buraco do Sargento tradicional bar de Recife, faz sucesso pela simplicidade e pelo cardápio farto. Os dias mais movimentados são a terça, a sexta e o sábado, quando são realizados projetos culturais e shows no Pátio de São Pedro.  Pátio de São Pedro, 33

Seu Luna a chef Claúdia Luna, uma menina que é pura luz, faz uma comida que emociona e me levou direto para minha infância. Rua Saldanha Marinho, 645 – Ipsep – Recife / Tel: (81) 3339-0012

Restaurante Cozinhando Escondidinho o chef Rivandro França é um menino lindo que traz luz para os pequenos fornecedores e oferece uma comida excepcional. Rua Conselheiro Peretti, 106 – A – Casa Amarela – Recife

 

 

Pontos turísticos culturais imperdíveis:

* Museu Cais do Sertão um museu que presta sua homenagem à cultura, às histórias, ao povo sertanejo brasileiro. O Museu faz parte do projeto Porto Novo Recife, que está transformando os antigos armazéns portuários em um grande polo de turismo, serviços, entretenimento e lazer.

Cais do Sertão – Av. Alfredo Lisboa, S/N – Recife Antigo

* Museu Paço do Frevo um espaço dedicado à difusão, pesquisa, lazer e formação nas áreas da dança e música do frevo, visando propagar sua prática para as futuras gerações.

Museu Paço do Frevo – Praça do Arsenal da Marinha – Recife

* Marco Zero é uma praça que marca o local onde nasceu a cidade, à beira do Cais do Porto. Localizado no Bairro do Recife (ou Recife Antigo), o local é marcado por um painel do artista plástico Cícero Dias, instalado no chão.

* Oficina Brennand surgiu em 1971 nas ruínas de uma olaria do início do século XX, como materialização de um projeto obstinado e sem trégua do artista Francisco Brennand. Antiga fábrica de tijolos e telhas herdada de seu pai, instalada nas terras do Engenho Santos Cosme e Damião, no bairro histórico da Várzea, e cercada por remanescentes da Mata Atlântica e pelas águas do Rio Capibaribe, a Cerâmica São João tornou-se fonte inspiradora e depositária da história do artista pernambucano. Lugar único no mundo, a Oficina Brennand constitui-se num conjunto arquitetônico monumental de grande originalidade, em constante processo de mutação, onde a obra se associa à arquitetura para dar forma a um universo abissal, dionisíaco, subterrâneo, obscuro, sexual e religioso.

Oficina Brennand – Propriedade Santos Cosme e Damião, s/n, Várzea – Recife

* Instituto Ricardo Brennand um espaço cultural sem fins lucrativos inaugurado em 2002, que salvaguarda um valioso acervo artístico e histórico originário da coleção particular do industrial pernambucano Ricardo Coimbra de Almeida Brennand. Localizado nas terras do antigo engenho São João, no bairro da Várzea, ocupa uma área de 77.603 m² cercada por uma reserva de mata atlântica preservada. Possui uma das mais modernas instalações museológicas do Brasil, abrangendo um complexo de edificações constituído pelo Museu Castelo São João (museu de armas brancas), Pinacoteca, Biblioteca, Auditório, Jardins das Esculturas e uma Galeria para exposições temporárias e eventos.

Instituto Ricardo Brennand – Al. Antônio Brennand, s/n – Várzea – Recife

* Centro Histórico de Olinda o centro histórico de Olinda, vizinho à cidade do Recife, capital do Estado de Pernambuco, remete ao início da colonização portuguesa no Brasil, no século XVI, quando se consolidou como sede da Capitania de Pernambuco, no período áureo da economia de cana de açúcar. O conjunto arquitetônico, urbanístico e paisagístico foi tombado pelo Iphan, em 1968. O reconhecimento da cidade como Patrimônio Mundial Cultural, pela Unesco, ocorreu  em 1982 e refere-se a uma área de 1,2 km2 e cerca de 1.500 imóveis, os quais testemunham diferentes estilos arquitetônicos: edifícios coloniais do século XVI harmonizam-se às fachadas de azulejos dos séculos XVIII e XIX e às obras neoclássicas e ecléticas do início do século XX.

Centro histórico de Olinda

 

Para colocar no roteiro: pequenos produtores com itens ótimos e merecem destaque.

* Campo da Serra (queijos)
* Yaguara (café, suínos e mel)

Fotos: divulgação

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