Comandado pelo chef Marcelo Corrêa Bastos, do Jiquitaia, espaço fica no mezanino do Museu de Arte Contemporânea (MAC). Café antecede restaurante que vai ter vista 360º de SP bem em frente do Parque do Ibirapuera, com previsão de abrir em novembro de 2017.

São Paulo, SP – Casa de obras famosas – de artistas como Tarsila do Amaral, Amedeo Modigliani, Anita Malfatti, Emiliano Di Cavalcanti, Pablo Picasso e Wassily Kandinsky -, o Museu de Arte Contemporânea de São Paulo (MAC USP) ganhou em julho uma nova atração: um café, que além do tradicional grão, serve refeições diariamente. Localizado no imponente mezanino do edifício projetado por Oscar Niemeyer, em frente ao Parque do Ibirapuera, a cozinha é comandada pelo chef, Marcelo Corrêa Bastos, do Jiquitaia.

No cardápio, há opções de salgados e pães, sanduíches orgânicos e saudáveis, além de sucos e smoothies. Destaque para receitas preparadas com ingredientes frescos, alguns orgânicos, aproveitando as melhores frutas e legumes de cada estação. Há ainda receitas sem glúten ou lactose, como os bolos do dia: chocolate sem farinha com doce de leite, brownies de chocolate branco com frutas ou de chocolate com castanha do Pará e banana com aveia.

De terça a domingo, na hora do almoço (das 12 às 16h), uma espécie de executivo atende pelo nome de “Convescote” (entrada, prato principal e sobremesa, de R$ 35 a 55). São refeições completas, cujas combinações variam entre opções de carnes, peixes e frutos do mar e vegana. V&G experimentou o quibe de abóbora, perejereba sobre muqueca de banana com pupunha e a pêra cozida com ganache vegana e biscoito de aveia. Mas o que surpreendeu mesmo foi o sabor do lombo defumado com abacaxi. A carne derretia na boca!

Outros exemplos de pratos, são: salada verde, sopa de milho com cordeiro e curry e beterraba cozida em hibisco com coalhada, como entrada; nhoque de batata-doce roxa com gorgonzola, radicchio e nozes, tainha no vapor com legumes e molho de feijão-preto fermentado como principal; e mousse de chocolate branco com maracujá, doce de abóbora com mousse de coco e salada de frutas como sobremesa. Tem também o sanduíche do dia (em nossa visita era de abobrinha grelhada, pasta de pimentão, castanha de cajú e ricota no pão australiano).

Pela manhã ou lanchinho
Outras receitas: banana da terra assada na casca com mel e farofa de castanhas; pamonha com queijo meia cura; ovo mole com cuscuz de milho e manteiga de garrafa, que podem ser acompanhados por sucos naturais ou um espresso. Também tem outros sanduííches, como: queijo quente de taleggio com caju ameixa do Seridó servido no brioche; Bagel com berinjela assada, mussarela, tomate e pesto e o misto quente de meia cura com copa lombo defumado artesanal. Para adoçar o paladar: açaí na tigela, iogurte orgânico com frutas da estação e granola ou brioche com doce de leite.

Aura vintage
O grande terraço ao ar livre, voltado para o parque, foi projetado para receber 74 pessoas, 56 na área interna e 18 na externa. O projeto arquitetônico e a decoração são de Felipe Protti, do estúdio Prototyp&. Com proposta sustentável, ele utilizou sobras de madeira para construir uma atmosfera vintage. O mobiliário foi desenhado exclusivamente para o café, com inspiração nos anos 1950, que funcionará como um showroom da linha de móveis. Um piano e uma estante com livros de arquitetura integram o ambiente. O café é gerenciado pela Indústria do Entretenimento, empresa responsável por bares como Rey Castro.

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