Descubra a capital da República Dominicana, Santo Domingo, rica em turismo histórico

Santo Domingo é exemplo de preservação de monumentos históricos. Por isso, tornou-se Patrimônio da Humanidade, declarado pela Unesco. A cidade colonial abriga um patrimônio cultural e histórico formado por um conjunto de edificações do século 16. São mais de 300 monumentos coloniais sob preservação, entre eles a primeira catedral da América, a primeira fortaleza, a primeira escola e o mais antigo hospital. Descoberta por Cristóvão Colombo, em 1492, a República Dominicana divide o território da Ilha Hispaniola com o Haiti.

Sua capital é a mais antiga do Novo Mundo e tem personalidade. Lá está enterrado Cristóvão Colombo, que deixou em testamento seu desejo de repousar eternamente na ilha Hispaniola.  Países como a Espanha e o Chile reivindicam o privilégio de guardarem os restos mortais do navegador, mas os dominicanos garantem que o corpo dele foi enterrado na ilha por determinação da família Colón. Tanto assim que, do outro lado do rio Samoza, fora da cidade colonial, ergue-se o Faro a Colón, um museu em forma de pirâmide que guarda a tumba de Cristóvão Colombo.

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Um passeio pelos 12 quarteirões do centro histórico da cidade é uma volta no tempo. As construções nos transportam ao início da colonização espanhola no Novo Mundo. Uma fortaleza militar, nas margens do rio Ozama, é o marco que separa o mundo antigo do novo. Foi nesta fortaleza que, em 1509, d. Diego de Colón, o filho do descobridor, fez sua entrada triunfal como governador de Hispaniola. A Fortaleza Santo Domingo está entre os 300 monumentos coloniais preservados A pouca distância do local está o Alcazar, o Palácio de Colombo, residência de don Diego construída em 1510, hoje um museu com a reconstituição do mobiliário da época. Uma caminhada pela rua das Damas, onde a esposa de Don Diego, Dona Maria de Toledo, passeava com suas damas de honra, leva à catedral de Santa Maria de la Encarnación, a mais antiga de toda a América, que começou a ser erguida, em 1514 e foi finalizada em 1540. No centro histórico, ainda vale visitar a Catedral de Santa Maria de la Encarnación.

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Para os verdadeiros apreciadores, falar de charutos não faz sentido se não forem puros habanos. Mas existem exceções. É o caso dos puros feitos na República Dominicana, segundo maior país a exportador mundial de charutos feitos à mão, com uma produção anual estimada em cerca de 90 milhões de puros. E rum, claro, chamada nas ruas de “vitamina R (erre, com sotaque puxado)”, que não só acompanham muito bem o charuto, mas também é ótimo com um mojito ou daiquiri. Tudo isso ao som local de merengue.

 

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